quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Feridas n'alma

Verdejante olhar de anjo Acalenta com ternura e paz Apascenta a dor que esbanjo Com a calma dos verbos que traz.
Em "Verdade chinesa" conversamos Dores comuns, experiências ruins compartilhamos D'amores remotos, remorsos trevosos confabulamos Mas é a esperança que almejamos!
Sofrestes feridas n'alma Mesmo assim, tua voz branda, terna, calma Exprime a força de um jovem do Senhor Machucado com as descrenças do amor.
Porém, no recôndito do teu ser Ainda reinam as marcas desse sofrer adormecidas, acabrunhadas, acalentadas Para que lá fiquem e não voltem a fazer Da vida desse jovem verdadeiro padecer.

Isaías Ehrich

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